Curta nossa FanPage
fb.com/mjuemfoco
Siga-nos
@maracajuemfoco
Siga-nos
@maracajuemfoco
Bem Vindo(a), Jornalista Responsável: Gessica Souza DRT/MS 0001526
14 jul 2026 17:50:48
| Política
GRUPO NO WHATSAPP: Clique aqui e acesse o grupo de notícias do Maracaju em Foco no WhatsApp.
Em entrevista à imprensa no interior do Estado nesta semana, o pré-candidato ao Senado Reinaldo Azambuja reafirmou uma convicção que marcou sua trajetória à frente do Governo de Mato Grosso do Sul: cada município tem sua própria realidade, e essa diversidade precisa ser respeitada na hora de definir investimentos públicos.
"Alguns municípios precisam de infraestrutura, outros de atendimento à saúde, e outros ainda de oportunidades para geração de emprego e renda. Não existe solução única que sirva para todos", afirmou Reinaldo.
Para o pré-candidato, esse princípio deve orientar tanto os parlamentares na destinação de suas emendas quanto os governos executivos na definição de políticas públicas. "Só conhecendo de perto a realidade de cada região é que se consegue investir onde realmente é necessário. Caso contrário, o dinheiro público não chega a quem mais precisa", completa.
Durante os dois mandatos em que esteve à frente do Governo do Estado, Reinaldo Azambuja implantou o que passou a ser chamado de municipalismo: um modelo de gestão que prioriza as obras e demandas indicadas pelos próprios municípios, respeitando o diagnóstico de cada prefeitura sobre suas necessidades mais urgentes. O método é hoje reconhecido como um dos pilares da relação entre Estado e municípios em Mato Grosso do Sul e segue sendo bem aplicado pela atual gestão, de Eduardo Riedel.
A realidade de Mato Grosso do Sul, no entanto, não é exceção: reflete um desequilíbrio que atinge prefeituras em todo o país. Levantamento da Confederação Nacional de Municípios (CNM), que ouviu 4.172 prefeituras — 75% do total nacional —, mostra que a crise financeira é hoje a principal preocupação dos gestores municipais, citada por cerca de 80% deles. Quase um terço dos municípios (29%) fecha o ano com atraso no pagamento a fornecedores, e outros 31% precisam empurrar despesas já assumidas para o exercício seguinte.
O desequilíbrio tem origem na própria divisão do bolo tributário nacional: de tudo o que o brasileiro paga em impostos, 64% fica com a União, 22,5% com os Estados e apenas 13,5% chega aos municípios — exatamente o ente mais próximo do cidadão e o mais cobrado por resultados, segundo a CNM.
Essa dependência de repasses federais é ainda mais evidente quando se observa que, para dois em cada três municípios brasileiros, o Fundo de Participação dos Municípios (FPM) é a principal fonte de receita. Sem autonomia financeira suficiente, prefeituras de todos os portes ficam reféns de decisões tomadas em Brasília — muitas vezes distantes da realidade local que cada prefeito conhece de perto.
Para Reinaldo, o problema está justamente na falta de escuta e no volume insuficiente de recursos por parte do Governo Federal. "As prefeituras conhecem suas prioridades, mas o Governo Federal não ouve com atenção essas demandas e ainda destina recursos reduzidos, insuficientes para que os municípios arquem até com suas necessidades básicas", avalia o pré-candidato.
Fonte de dados: Confederação Nacional de Municípios (CNM) — Diagnóstico Fiscal dos Municípios 2025/2026.
Youtube: Clique aqui e inscreva-se no Canal do Maracaju em Foco.
FARMÁCIA DE PLANTÃO: Confira aqui no "Maracaju em Foco" o calendário das Farmácias de Plantão, vá direto ao link a selecione o mês desejado, clique aqui.
VÍDEOS EM FOCO: Assista nossas principais reportagens em vídeo, mesmo não estando no Facebook, clique aqui.
Maracaju em Foco
A notícia em primeiro lugar!
Curta nossa página: https://www.facebook.com/mjuemfoco/
Siga-nos no Instagram: https://instagram.com/maracajuemfoco
Inscreva-se no nosso Canal do Youtube: https://www.youtube.com/c/maracajuemfoco



ASSINE NOSSA NEWSLETTER
Receba por e-mail todas as novidades de Maracaju tudo em primeira mão!